O poeta é um fingidor/Finge tão completamente/Que chega a fingir que é dor/A dor que deveras sente. /E os que lêem o que escreve,/Na dor lida sentem bem, /Não as duas que ele teve,/ Mas só a que eles não têm./E assim nas calhas de roda/Gira, a entreter a razão,/Esse comboio de corda/Que se chama coração. Ricardo Reis
10.25.2009
Poema comentário a uma amiga de sentimento visionário
Viva este novo momento,
acabou-se o sofrimento!!!
persiga esta meta,
a vitória a ti é certa.
Viva respira este sonho,
veja o fim do viver enfadonho,
não viverás mais em dor,
viverás de poesia e amor.
Neste poema rítmico como canção
iluminas, confirmas tua voz do coração
por isso a ti vaticino sem medo.
Não será tudo isto engano ledo,
será um linda e verde realidade,
que cura a secura de viver sem felicidade.
ANA LYRA
Este poema veio secundário a leitura do poema "O novo momento" de Lila Marques e posto ele a pedido desta irmã de rima que admiro imensamente. Grande abraço cara colega.
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Quem sou eu

- Tropeços Literários
- Eu sou o fio que liga os pensamentos... o cio dos momentos de afeto... sou o furo no teto... que deixa ver as estrelas... sou a última... não as primeiras... fico no fim da sala... acalmando a alma... que não cala... silenciosa em desatino... sou as palavras sem destino... voando pela goela... sou a alma que berra... o sentimento insano... sou boneca de pano... na infancia da pobreza... sou o louco que grita... as verdades para a realeza... é sou eu... espelho torto do mundo, amor de Prometeu, fogo ao homem, fome de pássaro pontual e solução de caduceu...
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