Mãe eu te amo este poema é para você:
Gostaria que "prestase" "atensão",
em que eu vou lhe "dize"
mãe eu te amo
e "ninguem" serviria só "voce"
você é melhor.
Poeminha de pé quebrado do meu filhinho amado!!!!
O poeta é um fingidor/Finge tão completamente/Que chega a fingir que é dor/A dor que deveras sente. /E os que lêem o que escreve,/Na dor lida sentem bem, /Não as duas que ele teve,/ Mas só a que eles não têm./E assim nas calhas de roda/Gira, a entreter a razão,/Esse comboio de corda/Que se chama coração. Ricardo Reis
6.27.2009
A arte de comentar...
Quase me falta o ar,
Quase me lanço ao mar
se não te vejo,
da minha alma solfejo.
Quase não posso andar
muito menos falar
se não leio teu beijo,
se teu comentário não vejo!
É tão lindo como poema
ver-te dissecar num tema
coisas que as vezes não vejo.
Sinto-me com virtual diadema,
feito sem nenhum problema,
pelo o Arauto do Tejo.
Quase me lanço ao mar
se não te vejo,
da minha alma solfejo.
Quase não posso andar
muito menos falar
se não leio teu beijo,
se teu comentário não vejo!
É tão lindo como poema
ver-te dissecar num tema
coisas que as vezes não vejo.
Sinto-me com virtual diadema,
feito sem nenhum problema,
pelo o Arauto do Tejo.
pobre de nós...
Pobre de ti,
ser sem espaço
não responderei
mas também não disfarço,
pobre de ti,
preso por laço,
não te incomodarei,
isso não faço!!!
Pobre de ti
que vive dormente,
preso na mente,
com desejo indecente,
pobre de ti
porque te conheci?
conversei e te vi?
pobre de ti...
Pobre de mim!!!
nosso amor teve fim...
ser sem espaço
não responderei
mas também não disfarço,
pobre de ti,
preso por laço,
não te incomodarei,
isso não faço!!!
Pobre de ti
que vive dormente,
preso na mente,
com desejo indecente,
pobre de ti
porque te conheci?
conversei e te vi?
pobre de ti...
Pobre de mim!!!
nosso amor teve fim...
Me pecho contigo vermelho
fumando dentro do espelho
olhando-me com ar crítico
meu corpo se torna vermelho
nem ouso me olhar no espelho
meu pulso se torna crítico
meu rosto se tinge de vermelho
nem preciso quebrar o espelho
para ter azar crítico
pois meu mundo é do espelho
onde me visto de vermelho
para enfrentar um crítico
fumando dentro do espelho
olhando-me com ar crítico
meu corpo se torna vermelho
nem ouso me olhar no espelho
meu pulso se torna crítico
meu rosto se tinge de vermelho
nem preciso quebrar o espelho
para ter azar crítico
pois meu mundo é do espelho
onde me visto de vermelho
para enfrentar um crítico
A feiticeira do tempo e o dragão
. Era uma vez uma feiticeira que vivia em tempo vão, era uma vez uma feiticeira que se apaixonou por um dragão. Era um tempo perdido distante, inventado Era um tempo escondido por mundos trespassado. A feiticeira do tempo se apaixonou em um momento pelo etéreo dragão. E calou o sofrimento de viver sem sentimento no seu gelado coração. II Era um dragão poético, perdido na emoção já triste e cético de dilacerado coração. Pobre dragão vidente, triste, já sem esperança, sobrevivente descrente neste mundo de matança. Até que ela surgiu, e a tristeza ruiu suas vigas de sustentação. Uma fulgurante luz luziu e neste momento pariu iluminado coração. III Hoje se vê no céu, voando no firmamento, coberta com fino véu, a feiticeira do tempo. Abraçada ao dragão voa livre e liberta, pulsando seu coração com alegria concreta Voam por sobre os mundos mergulam em sonhos profundos de amor e harmonia. hoje voam lado a lado por universo criado pelo amor e poesia. |
Beijo absinto
Porque que sinto,
pressinto, vejo,
que este desejo
é como absinto
porque sinto
neste teu beijo
alucinante desejo
que só pressinto
porque te desejo
se o teu beijo
eu nunca sinto!
Porque desejo
o que não sinto?
Porque é embriagues de absinto!!!
pressinto, vejo,
que este desejo
é como absinto
porque sinto
neste teu beijo
alucinante desejo
que só pressinto
porque te desejo
se o teu beijo
eu nunca sinto!
Porque desejo
o que não sinto?
Porque é embriagues de absinto!!!
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Quem sou eu

- Tropeços Literários
- Eu sou o fio que liga os pensamentos... o cio dos momentos de afeto... sou o furo no teto... que deixa ver as estrelas... sou a última... não as primeiras... fico no fim da sala... acalmando a alma... que não cala... silenciosa em desatino... sou as palavras sem destino... voando pela goela... sou a alma que berra... o sentimento insano... sou boneca de pano... na infancia da pobreza... sou o louco que grita... as verdades para a realeza... é sou eu... espelho torto do mundo, amor de Prometeu, fogo ao homem, fome de pássaro pontual e solução de caduceu...